Uma visita à Itajubá, terra da Cabelauto Brasil e da energia boa

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A boa energia já começou na estrada, pois os caminhoneiros se agrupavam pelos acostamentos e postos de combustíveis da Fernão Dias para começar a greve, mas para a minha sorte, a pista estava tranquila e eu pude ir admirando a paisagem, bem bonita por sinal.

O destino final da viagem foi Itajubá, cidade do Sul de Minas, onde fica localizada a Cabelauto Brasil, indústria de cabos automotivos e de energia, que vai completar 20 anos em 2018 e está com planos de contar sua história em livro biográfico, como parte das comemorações.

Assim que desci do carro, senti que a temperatura estava bem mais baixa do que em São Paulo, mas o calor humano com que fui acolhida pela Leila, gerente de RH da Cabelauto Brasil, já deu o tom da reunião de briefing que teria no dia seguinte e fiquei bem motivada em querer saber mais sobre a história daquela empresa e sua gente.

A noite estava muito fria, eu estava bem gripada, com vontade de pedir uma sopinha no quarto do hotel e descansar para estar inteira no dia seguinte, mas havia combinado de jantar com o Cor Jésus Miranda, diretor geral da Cabelauto que já conheço há muitos anos, gosto e admiro pra caramba e, lógico, não deixaria de cumprir o combinado por nada desse mundo, muito menos por uma gripe mequetrefe.

Gente, ainda bem que eu fui, caso contrário, simplesmente ia perder um caldinho de aipim abençoado, que de cara melhorou meu mal-estar, meu humor meio febril e, ia deixar de provar um dos melhores petiscos da minha vida: jiló do boi! Rodelas de jiló e iscas de fígado no fubá fritos... megacrocantes. Que sorte a minha, de novo! (Tomara que a sorte continue ajudando e eu volte logo para saborear o torresmo, que pelo que soube, é “dos deuses!”)

Essas delícias foram degustadas no Bar da Maria, um boteco gastronômico, point da cidade, que estava lotado, apesar de ser uma segunda-feira, com uma noite mais gelada do que a cervejinha que passava pela nossa mesa a todo momento para ser servida em outras mesas.

Demos um giro pela cidade e fiquei impressionada com o lago do Parque Municipal, uma área projetada para as atividades de esporte e lazer da população local, com a fachada do teatro que iria visitar no dia seguinte, com o visual de cidade bem cuidada que percebia em cada cantinho que olhava.

No dia seguinte, encontrei novamente a Leila e fiquei a manhã inteirinha ouvindo com muita admiração ela me contar um pouco da história da Cabelauto. Cada passagem que ela me contava, eu observava que a intensidade do brilho nos seus olhos só aumentava, e quando falava das pessoas, das equipes de trabalho, dos gestores, os olhos espontaneamente faiscavam, e eu só imaginando: “nossa... o livro dessa empresa vai ficar cheio de vida, vai contagiar, vai fazer história! Tomara que seja eu a escrevê-lo!”

Na parte da tarde fui conhecer o Teatro Municipal Christiane Riêra, um primor de espaço que não deixa nada a dever aos melhores teatros que já conheci pelo Brasil a fora e que vai ser palco de momentos muito emocionantes no dia 19 de setembro de 2018, quando vai começar o ano comemorativo do vigésimo aniversário da Cabelauto, que vai criar atividades incríveis envolvendo a comunidade de Itajubá.

Na volta do teatro, fizemos uma parada estratégica para conhecer o Santuário de Nossa Senhora da Agonia, uma igreja construída no topo de uma colina, de uma forma diferente e muito acolhedora. Durante o dia, é possível visualizar a cidade de Itajubá encravada entre os morros da Serra da Mantiqueira; durante a noite, a vista mais bonita é a do próprio Santuário que, aceso no alto do morro, destaca-se pelo azul iluminado. (Nessa igreja tem um cantinho de orações, onde os frequentadores se revezam para rezar pela paz mundial que tem uma energia indescritível. Assim que entrei fiquei tomada daquela emoção que arrepia a alma.)

No altar, fiz os meus tradicionais três pedidos, que na verdade são sempre dois, pois a primeira expressão é sempre de agradecimento por tantas oportunidades incríveis que tenho nessa vida de muitas histórias bem contadas.

Antes de me despedir de Itajubá, ainda dei uma fugidinha lá no lago, para fazer uma foto com a luz do Sol e com a Leila!

Voltei para São Paulo animada diante da possibilidade de fechar mais esse job para a SMA2 Editora e estou caprichando bastante no projeto que vou apresentar nos próximos dias, pois tenho certeza de que vou aprender muito com a história de superação da Cabelauto e de sua gente comprometida em construir um futuro promissor e Itajubá tem muitos outros encantos me esperando de braços abertos.

 

 

 

 

 

 

 

 

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